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Sinopse
Isso
a que chamamos de Amor
Quando Ele e Ela se querem tanto, o palco do amor são
locais tão banais como um café de bairro,
um tribunal, o divã de um psicanalista, um museu
ou até uma barbearia.
Porque é assim o Amor! Acontece quando não
estamos à espera e arrebata-nos de tal forma
que um “amo-te” fica sempre aquém
do que realmente se sente. É um querer incomensurável,
uma vontade de agarrar, de fundir e até de destruir
o outro. Quando damos por nós, não somos
mais que desejo e sonho. Não somos mais que vontade
e paixão. Quando damos por nós, estamos
nús e expostos ao juízo do outro. Queremos
numa vontade quase masoquista sentir aquele prazer-quase-dor
que nos faz sentir vivos.
“Isso a que chamamos de Amor” são
seis quadros, seis momentos tirados ao acaso de uma
qualquer Ela e de um qualquer Ele, que podem ser qualquer
um de nós. Fantoches manipulados por esse sentimento
a que chamamos de amor, Ele e Ela são catapultados
para situações trágico-cómicas,
por vezes até ridículas, mas quase sempre
cheias de sentido de dávida e de uma sede de
carinho.
“Isso a que chamamos de amor” é uma
peça despretensiosa que aborda o que de mais
puro e ingénuo o ser humano tem: a capacidade
de amar e a procura incessante de sermos aceites.
Seis situações diferentes, seis diferentes
formas de amar, que procuram de algum modo encontrar
uma afinidade com quem as assiste.
No fundo, isso a que chamamos de amor, é bem
mais complicado do que “isso a que chamamos de
Amor”
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